Quando menos se espera aparecem coisas que muita gente conta e de pé junto diz ser verdade e até afirmam que tem um parente que tem um vizinho que tem um primo que conheceu uma pessoa amiga que aconteceu o mesmo caso.
Agora surgiu uma nova história. A amiga que me contou jurou que foi verdade.
A prima dela acordou, olhou o relógio estava na hora de levantar. Foi ao banheiro, fez a higiene pessoal como escovar os dentes, lavar o rosto, fez um alongamento, deu uma espreguiçada quando ouviu a campainha tocar.
O coração começou a bater forte, quase saindo pela boca, pois há anos a campainha não tocava àquela hora da manhã já que era sozinha, morava numa cidade grande sem nenhum parente ali.
Pensou muito numa questão de segundos, quem sabe algum apaixonado secreto enviando uma cesta de café da manhã, poderia ser alguém do serviço, correio estava descartado era muito cedo, mas voltou à realidade e concluiu: alguém tocou no apartamento errado, indo em direção a porta.
Olhou pelo olho mágico e nada, então abriu.
Pra sua surpresa, caído na porta um homem de terno e gravata.
A primeira providência foi tocá-lo com os dedos. O corpo estava frio e rígido percebeu que era um cadáver.
Imediatamente levantou-se, trancou a porta e tremendo procurou o telefone sem fio pela casa, achou e estava sem bateria.
Correu para o quarto atrás da sua bolsa, colocou a mão dentro tentando localizar o celular, não encontrando virou a bolsa em cima da cama, despejando todos os seus pertences desesperadamente até encontrar o telefone.
Discou o número da polícia e ouviu “o número chamado está desligado ou fora da área de cobertura.”
Clarice Lispector, uma das mais conceituadas escritoras brasileiras.
Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, mas seus pais imigraram para o Brasil pouco depois. Chegou a Maceió com dois meses de idade, com seus pais e duas irmãs. Em 1924 a família mudou-se para o Recife, e Clarice passou a frequentar o grupo escolar João Barbalho. Aos oito anos, perdeu a mãe. Três anos depois, transferiu-se com seu pai e suas irmãs para o Rio de Janeiro.
Em 1939 Clarice Lispector ingressou na faculdade de direito, formando-se em 1943. Trabalhou como redatora para a Agência Nacional e como jornalista no jornal "A Noite". Casou-se em 1943 com o diplomata Maury Gurgel Valente, com quem viveria muitos anos fora do Brasil. O casal teve dois filhos, Pedro e Paulo, este último afilhado do escritor Érico Veríssimo.
Seu primeiro romance foi publicado em 1944, "Perto do Coração Selvagem". No ano seguinte a escritora ganhou o Prêmio Graça Aranha, da Academia Brasileira de Letras. Dois anos depois publicou "O Lustre".
Em 1954 saiu a primeira edição francesa de "Perto do Coração Selvagem", com capa ilustrada por Henri Matisse. Em 1956, Clarice Lispector escreveu o romance "A Maçã no Escuro" e começou a colaborar com a Revista Senhor, publicando contos.
Separada de seu marido, radicou-se no Rio de Janeiro. Em 1960 publicou seu primeiro livro de contos, "Laços de Família", seguido de "A Legião Estrangeira" e de "A Paixão Segundo G. H.", considerado um marco na literatura brasileira.
Em 1967 Clarice Lispector feriu-se gravemente num incêndio em sua casa, provocado por um cigarro. Sua carreira literária prosseguiu com os contos infantis de "A Mulher que matou os Peixes", "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres" e "Felicidade Clandestina".
Nos anos 1970 Clarice Lispector ainda publicou "Água Viva", "A Imitação da Rosa", "Via Crucis do Corpo" e "Onde Estivestes de Noite?". Reconhecida pelo público e pela crítica, em 1976 recebeu o prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal, pelo conjunto de sua obra.
Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós.
No ano seguinte publicou "A Hora da Estrela", seu ultimo romance, que foi adpatado para o cinema, em 1985.
Clarice Lispector morreu de câncer, na véspera de seu aniversário de 57 anos.
Meu celular me chama, que beleza!... daí levanto e faço todo aquele percurso
que todo mundo faz pela manhã: lavar o rosto, escovar os dentes, etc.etc.etc...
É claro que com muito sono e com péssimo humor, ainda mais depois de um feriado
prolongado.
Ouço a campainha tocar, daí penso, xiiii!... Quem será uma hora
dessas!!!!
Ao abrir a porta, fiquei pasma e pálida. Rapidinho o meu sono passou e o meu
mau humor também, ao ver um moreno alto de mais ou menos 1,80 de altura, maior
gato, de corpo sarado do tipo que vai a academia todos os dias e, além disso,
muito cheiroso.
Agora vem a parte ruim desta cena, o cara estava esticadinho no chão da minha
porta, o que fazer? Pensei... Daí coloquei a minha mão em uma das partes de seu
corpo, exatamente no pescoço e percebi que não havia frequência cardíaca e a meu
ver aquele ANJO tinha partido dessa vida para uma melhor... Liguei para o
Serviço de Emergência e eles levaram o corpo.
A rotina da vida continuou... Meu celular me chama pra me acordar, daí aquele
percurso de sempre pela manhã... Ouço a campainha tocar, Quem será tão cedo !!!
Abri a porta e nem acreditei, era o ANJO que ressuscitou e ainda me trouxe
flores.
Selma Guidoni Mantovan
Descuido
_ Triiiim! Toca o despertador.
Abro os olhos ainda com muito sono e percebo que infelizmente não é um
sonho e que está na hora de levantar. Ainda sonolento vou para o
banheiro.Enquanto escovo os dentes e lavo o rosto penso em todos os meus
compromissos diários, mas a sensação de estar esquecendo algo me
incomoda. Ouço então a campainha da porta.
Saio do
banheiro às pressas e caminho até a porta, muito mal humorado, murmurando
palavrões, afinal de contas, isso lá são horas de incomodar alguém?
Abro a porta e vejo, atônito, um homem caído na soleira. Primeiro corro o olhar
em torno e constato que não há mais ninguém no corredor, depois tento
identificar o sujeito. Sem sucesso, nunca o vi mais gordo!
Toco-o com os dedos e percebo que está morto. Um frio percorre meu
corpo de cima a baixo e corro para o telefone.
No desespero disco o número
da central de polícia, mas em alguns segundos percebo que o telefone está mudo,
completamente mudo.
Só então lembro que esqueci de pagar a conta.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Se você gosta de ler visite sempre o nosso blog. Trabalhamos por um ensino de qualidade na escola pública estadual de São Paulo.
Olá colegas Eu lembro sempre da minha mãe e o meu pai(memória) me orientando, contando as suas histórias de vida . E lembro também da minha professora de primário(em memória),contando histórias infantis e o livro adotado por ela naquela época o Caminho Suave. A leitura é algo fundamental para a aprendizagem do ser humano, pois é através dela que podemos enriquecer o nosso vocabulário, obter mais conhecimento treinar a forma de raciocínio e as diferentes formas de interpretação. Durante a leitura descobrimos um mundo novo, cheio de coisas desconhecidas.E ler deve ser estimulado já na infância,para que o leitor aprenda que ler é importante e ,assim se tornará um adulto culto.
SELMA GUIDONI MANTOVAN
Palavra: Não importa se escrita ou falada,
Palavra: Não importa se escrita ou falada, sempre encantada!
Antes de ser apresentada à palavra escrita conheci, através de minha avó e das muitas histórias que ela contava, a palavra falada. Encantava-me a maneira como ela conduzia a contação de suas histórias e, por essa razão, muito cedo fui em busca dos livros que as continham.
Além de minha avó, quem também conduziu-me pelos caminhos da leitura foi minha tia Ana Maria. Ela, professora de Língua Portuguesa, lia muito e de tudo. O quarto dela era o meu local preferido da casa. Muitos livros, revistas, gibis, todos ali esperando para serem folheados e lidos.
Na escola não tive nenhuma experiência marcante com a leitura, entretanto ela sempre fez e faz parte do meu dia a dia.
De todos os livros que li até hoje o que mais gostei foi “Pássaros Feridos” de Colleen McCullough. Simplesmente encantador.
ELIDA REJANE BUDISKI HERCULANI
A importância do professor
"Acredito que gosto de ler e escrever devido à importância que sempre dei ao professor. Sou filha de professora "primária" e cresci vendo minha mãe levar para casa inúmeros cadernos dos seus alunos para corrigir tarefas ou provas. Bons tempos aqueles, na minha lembrança! Eu adorava dar certo, o da correção, e de vez em quando minha mãe permitia que eu fizesse um. Ela lia atentamente o que os alunos escreviam e admirava ou anotava quando precisavam de ajuda. Quando fui para escola procurava fazer caprichosamente as atividades porque imaginava minha professora corrigindo meu caderno. Isto, pra mim era muito importante. Até hoje gosto de ler e escrever e essas competências já me levaram ao sucesso muitas vezes. Sou grata a todas as pessoas que fizeram parte da minha vida e me estimularam a ser leitora. Gostaria que todos os professores do mundo fossem como minha mãe, dedicados e compromissados com seus alunos, tendo ciência sobre sua responsabilidade em relação a aprendizagem, hoje procuro fazer o mesmo."
SILVIA HELENA REDONDO MARTINELI
Lendo e ouvindo algumas pessoas darem o seu depoimento sobre a leitura, lembrei-me do primeiro livro que li - A Montanha Encantada, o qual marcou a minha infância pois era um livro que retratava uma aventura vivenciadas por crianças. Recentemente tiver o prazer de comprar esse livro para minha filha, pois foi um dos livros paradidáticos adotados na escola dela.
Interessante que esse mesmo livro que marcou a minha infância, causou também grande alegria em minha filha, pois ela adorou ler essa aventura. Fiquei pensando depois desses depoimentos como a leitura é fascinante!... pois embora a estória seja a mesma, mas a época em os leitores realizaram a leitura foram em épocas diferentes e por pessoas de personalidades diferentes; e mesmo assim a leitura foi contagiante, prazerosa e engrandecendo a alma dos leitores, mesmo processada em tempos e por pessoas diferentes
Sou Otoniel,casado e tenho um filho de 10 anos.Sou formado em Estudos Sociais com Licenciatura Plena em Geografia e licenciatura curta em História e pós graduação em Geografia pela Unesp.
Eu gosto de ler e escrever.
Acredito muito na Educação e é através da mesma que podemos mudar a realidade social e caminharmos para uma sociedade mais justa.
Gosto de fazer novas amizades.
E estou na expectativa de aprender com o grupo.
Abraço á todos.
SELMA GUIDONI MANTOVAN São José do Rio Preto-SP
Sou professora de Língua Portuguesa, mas atualmente exerço o cargo de Coordenadora Pedagógica na E E Prof. Edmur Neves em Mirassol.Sou casada e tenho dois filhos. Gosto muito de ler e de ouvir música e ainda acredito na força da educação.
SILVIA HELENA REDONDO MARTINELI São Carlos-SP
Olá, pelo jeito iremos ampliar nossos conhecimentos em relação ao mundo virtual, sejam todos bem vindos caros colegas.
ELIDA REJANE BUDISKI HERCULANI Rancharia-SP
Olá! Sou Élida, supervisora de ensino da DER Mirante do Paranapanema. Tenho 22 anos de trabalho na SEE-SP. Durante 11 anos fui professora, 10 anos diretora e agora ingressei na supervisão. Gosto muito de estudar e de fazer cursos. Quando fiz a inscrição no curso pensei em ampliar meus conhecimentos em relação a leitura e escrita. Tenho certeza que o curso atenderá minhas expectativas. Sou casada, tenho uma filha de 22 anos que é enfermeira e um filho de 13 anos, estudante do 8º ano. Estou trabalhando fora de casa por ter ingressado na supervisão. É MUITO DIFÍCIL FICAR LONGE DA FAMÍLIA. O que mais desejo atualmente é conseguir remoção para estar em casa todos os dias, mas mesmo assim sou muito feliz, pois Deus é meu pastor e nada me faltará. Com certeza. Abraços a todos.
sábado, 14 de abril de 2012
Este blog é uma criação a partir do CursoLeitura e Escrita em Contexto Digital,
do Programa Práticas de Leitura na Contemporaneidade, destinado aos
funcionários em pleno exercício da SEE-SP que compõem o Quadro
Magistério (QM), o Programa Práticas de Leitura e Escrita na
Contemporaneidade é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Educação
(SEE-SP), por meio da Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Pro
fessores do Estado de São Paulo “Paulo Renato Costa Souza” (EFAP).
O curso éna modalidade a distância, com atividades desenvolvidas por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem da EFAP (AVA-EFAP).
O
objetivo de cada curso é oferecer formação continuada aos professores
da rede estadual, para que estes exercitem as diferentes capacidades e
competências leitoras e de produção de textos em diferentes linguagens.