quarta-feira, 16 de maio de 2012

Relato Reflexivo


Relato Reflexivo

Logo que vi a possibilidade de participar do curso me organizei para fazer a inscrição no primeiro dia, pois o assunto muito me interessou já que o curso pretendia ampliar a formação dos participantes para que pudessem tomar parte de forma mais efetiva nas práticas atuais que envolvem a leitura e a escrita em diversos contextos, situações, suportes e mídias, uma das exigências para uma participação mais efetiva, letrada e cidadã na sociedade. Considerei de grande importância todos os temas abordados. Recordo que a ideia do curso era refletir e exercer, com os educadores em formação, práticas de leitura e escrita em ambientes digitais interativos e a partir dessas vivências, pretendia-se trabalhar com diferentes abordagens de circulação, compreensão e produção de textos - em diferentes gêneros, modalidades e linguagens. Acredito que no curso 1 esse objetivo foi atingido. Em relação às atividades de integração, familiarização com os recursos computacionais e ferramentas digitais - de leitura e escrita em ambiente digital -, com destaque para a leitura e produção de blogs e para o uso/preenchimento de gêneros burocráticos - formulários, perfis e cadastros, considerei que trabalhar em grupo a distância ainda é um obstáculo a ser superado. Os horários disponíveis dos membros do grupo são diferentes e nem sempre é possível uma verdadeira interação. Construir o blog foi uma boa experiência, realmente foi a primeira vez que trabalhei com essa ferramenta.  Quanto à exploração de conceitos fundamentais no curso e atividades de reconhecimento de características de textos achei que foi muito bom.  Escrever textos para compartilhar me fez relembrar os tempos de aluna e confesso ter tido a preocupação de produzir corretamente para publicação. Apesar das dificuldades foi significativa a interação com outros colegas e ter a oportunidade de conhecer outras produções na socialização com os grupos da turma, conhecendo as ideias de diferentes profissionais.  A reflexão sobre o desenvolvimento das capacidades leitoras e escritoras foi muito importante. Gostei muito do ambiente virtual de aprendizagem. Quanto à avaliação formativa no meu ponto de vista não ficou claro, no meu caso como cursista, a evolução do meu desempenho. Não tenho tempo disponível para ficar no ambiente virtual de aprendizagem, portanto a quantidade de vezes que entrei ou permaneci no ambiente são dados irrelevantes pra mim. Copiei e colei o conteúdo, imprimi e li várias vezes, na rodoviária, no ônibus, no restaurante e em todos os momentos que encontrei tempo de forma que se o meu perfil for traçado pelos dados virtuais não será a versão real da minha dedicação. Quanto ao conteúdo procurei responder de acordo com a compreensão que tive sobre o assunto, nas questões discursivas tive nota 70% ou 75%  e na devolutiva gostaria de saber se foi no item 1, 2, 3 ou 4 que minha resposta não atendeu ao que era esperado pelo curso. Agradeço a SEE-SP pela oportunidade e atenção da tutora. Aprendi muito com o curso 1
  
Élida Rejane Budiski Herculani 






 Relato Reflexivo

Eu achei interessante ter participado dessa capacitação e poder interagir com colegas de diferentes áreas e diversas localidades.
O conhecimento que adquiri no curso foi de grande utilidade para melhorar a minha metodologia de ensino e buscar novas estratégias,para melhorar o meu trabalho Docente.
O curso de leitura e escrita foi bem interativo.
Agradeço a SEE-SP pela oportunidade e também a atenção da tutora.

Otoniel Ferreira de Freitas





terça-feira, 15 de maio de 2012

RELATO REFLEXIVO


Desde o primeiro momento esse curso me interessou bastante, por tratar de práticas de leitura e escrita, que considero o "calcanhar de Aquiles" da educação. Apesar do pouco tempo que tenho disponível, tentei da melhor forma possível ler todo o conteúdo e realizar todas as atividades propostas, entretanto considero que minha participação e interação nos fóruns não podem ser consideradas como plenamente satisfatórias. Aprender sobre leitura e escrita em contexto digital foi muito bom e proveitoso, pois a flexibilidade que esse mundo de informações proporciona enriquece o nosso trabalho.
O contato com diferentes tipos de texto, a interação entre os cursistas nos fóruns, o formato do curso são alguns dos pontos positivos que destaco, mas o trabalho em grupo num curso à distância não dá muito certo. O tempo das pessoas é diferente e acaba que se alguém não tomar a frente o trabalho não sai. Na criação do blog, por exemplo, o meu grupo pouco fez, inclusive eu. Quem criou o blog foi uma das integrantes, que creio eu, tinha mais conhecimento, e nós, os outros integrantes, apenas postamos as nossas atividades. Se a atividade tivesse sido individual teríamos aprendido muito mais e seríamos avaliados de forma mais justa.
Considero que a ideia do curso, de refletir e exercer, com os educadores em formação, práticas de leitura e escrita em ambientes digitais interativos, foi muito bem  apresentada .Também acredito que o objetivo de ampliar a formação dos participantes para uma participação efetiva nas práticas mais atuais que envolvem a leitura e a escrita em diversos contextos, situações, suportes e mídias, também foi alcançado com sucesso.

Selma G. Mantovan

" Letramento e Capacidades de leitura para a Cidadania"

Antigamente, a leitura era apenas a decodificação de palavras, hoje a leitura é muito mais do que isso, interpretar é ter compreensão do que  se lê, é saber utilizar da leitura para suas práticas sociais no seu cotidiano.
A compreensão da leitura de um texto nos remete a criação de outros textos, através da leitura, conseguimos   interagir e criar novas possibilidades, dando sentido ao que se lê, permitindo assim novos discursos/textos .
O discurso/texto é visto como um conjunto de sentidos e apreciação de valor das pessoas e de coisas do mundo, dependentes do lugar social do autor e do leitor e da situação de interação entre eles.
Nem tudo está dito ou posto num texto, portanto o leitor precisa ter um comprometimento efetivo com o que está lendo, pois dessa forma  lançará mão de certas pistas que o autor deixa no texto. O leitor precisa ser uma pessoa crítica e reflexiva do que esta lendo, ele é o próprio coautor do texto, onde a partir da amplitude do texto, será capaz de   fazer a síntese do que foi lido, interagindo e interpretando a sua maneira e com suas próprias palavras.


Silvia Martineli

Relato Reflexivo


Gostei muito do curso oferecido pela escola de formação, já tinha feito outro curso online LGBT oferecido pelo Fundap, ao contrário desse curso, o de Leitura e  Escrita foi bem interativo, confesso que tive dificuldade principalmente com a questão do Blog e do trabalho em grupo à distância, mas terei que superar isso ao longo dos tempos.
Os temas abordados nesse curso foram  de grande importância, principalmente, com relação às práticas de leitura e escrita em ambientes digitais interativos, a compreensão e produção de textos em diferentes gêneros.
Gostaria de agradecer a tutora e a SEE pela oportunidade de ter aprendido muito sobre os diferentes  assuntos abordados nesse curso, o que foi muito válido e enriquecedor.
Silvia Martineli

terça-feira, 1 de maio de 2012

Nossa Crônicas


Morte
Assisti a algumas imagens do velório do João, quando os colegas da família deram seus depoimentos,
parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada,estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena,
mas nada acontecia ali de risível, era só dor e a perplexidade, que é mesmo o que causa em todos os que ficam.
A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro:
a morte por si só, é uma piada pronta.
A morte é ridículo.
Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário.
Tem planos para semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório...
Colocar gasolina no carro e no meio da tarde...
MORRE.
Como assim?
E os e-mails que você ainda não abriu?
O livro que ficou pela metade?
O telefonema que você prometeu dar a tardinha para um cliente?
Não sei de onde tiraram esta idéia:
MORRER...
A troco de que?
Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviram para nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente.
Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego. Mas não desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de duvidas quanto à profissão escolhida...
Mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente...
De uma hora pra outro, tudo isso termina...
Numa colisão na freeway...
Numa artéria entupida...
Num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis...
Qual é?
Morrer é um chiste.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.
Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas...
Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas...
A apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
Logo você que dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manha.
Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito...
Isso é para ser levado a sério?
Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem vindo...
Já não há muito mesmo a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas.
ok, hora de descansar em paz.
Mas antes de viver tudo?
Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas.
Morrer é um exagero.
E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.
Só que esta não tem graça.
Por isso viva tudo que há para viver.
Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da vida...
Perdoe...
Sempre!!

Otoniel

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Nossas crônicas



A campainha
Quando menos se espera aparecem coisas que muita gente conta e de pé junto diz ser verdade e até afirmam que tem um parente que tem um vizinho que tem um primo que conheceu uma pessoa amiga que aconteceu o mesmo caso.
Agora surgiu uma nova história. A amiga que me contou jurou que foi verdade.
A prima dela acordou, olhou o relógio estava na hora de levantar. Foi ao banheiro, fez a higiene pessoal como escovar os dentes, lavar o rosto, fez um alongamento, deu uma espreguiçada quando ouviu a campainha tocar.
O coração começou a bater forte, quase saindo pela boca, pois há anos a campainha não tocava àquela hora da manhã já que era sozinha, morava numa cidade grande sem nenhum parente ali.
Pensou muito numa questão de segundos, quem sabe algum apaixonado secreto enviando uma cesta de café da manhã, poderia ser alguém do serviço, correio estava descartado era muito cedo, mas voltou à realidade e concluiu: alguém tocou no apartamento errado, indo em direção a porta.
Olhou pelo olho mágico e nada, então abriu.
Pra sua surpresa, caído na porta um homem de terno e gravata.
A primeira providência foi tocá-lo com os dedos. O corpo estava frio e rígido percebeu que era um cadáver.
Imediatamente levantou-se, trancou a porta e tremendo procurou o telefone sem fio pela casa, achou e estava sem bateria.
Correu para o quarto atrás da sua bolsa, colocou a mão dentro tentando localizar o celular, não encontrando virou a bolsa em cima da cama, despejando todos os seus pertences desesperadamente até encontrar o telefone.
Discou o número da polícia e ouviu “o número chamado está desligado ou fora da área de cobertura.”
Élida Rejane Budiski Herculani

sexta-feira, 27 de abril de 2012

A AUTORA É ...







Clarice Lispector, uma das mais conceituadas escritoras brasileiras.


Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, mas seus pais imigraram para o Brasil pouco depois. Chegou a Maceió com dois meses de idade, com seus pais e duas irmãs. Em 1924 a família mudou-se para o Recife, e Clarice passou a frequentar o grupo escolar João Barbalho. Aos oito anos, perdeu a mãe. Três anos depois, transferiu-se com seu pai e suas irmãs para o Rio de Janeiro.

Em 1939 Clarice Lispector ingressou na faculdade de direito, formando-se em 1943. Trabalhou como redatora para a Agência Nacional e como jornalista no jornal "A Noite". Casou-se em 1943 com o diplomata Maury Gurgel Valente, com quem viveria muitos anos fora do Brasil. O casal teve dois filhos, Pedro e Paulo, este último afilhado do escritor Érico Veríssimo.

Seu primeiro romance foi publicado em 1944, "Perto do Coração Selvagem". No ano seguinte a escritora ganhou o Prêmio Graça Aranha, da Academia Brasileira de Letras. Dois anos depois publicou "O Lustre".

Em 1954 saiu a primeira edição francesa de "Perto do Coração Selvagem", com capa ilustrada por Henri Matisse. Em 1956, Clarice Lispector escreveu o romance "A Maçã no Escuro" e começou a colaborar com a Revista Senhor, publicando contos.

Separada de seu marido, radicou-se no Rio de Janeiro. Em 1960 publicou seu primeiro livro de contos, "Laços de Família", seguido de "A Legião Estrangeira" e de "A Paixão Segundo G. H.", considerado um marco na literatura brasileira.

Em 1967 Clarice Lispector feriu-se gravemente num incêndio em sua casa, provocado por um cigarro. Sua carreira literária prosseguiu com os contos infantis de "A Mulher que matou os Peixes", "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres" e "Felicidade Clandestina".

Nos anos 1970 Clarice Lispector ainda publicou "Água Viva", "A Imitação da Rosa", "Via Crucis do Corpo" e "Onde Estivestes de Noite?". Reconhecida pelo público e pela crítica, em 1976 recebeu o prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal, pelo conjunto de sua obra.

Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós.
No ano seguinte publicou "A Hora da Estrela", seu ultimo romance, que foi adpatado para o cinema, em 1985.

Clarice Lispector morreu de câncer, na véspera de seu aniversário de 57 anos.




UM POUCO DE POESIA
Clarice Lispector

Precisão

O que me tranquiliza
é que tudo o que existe,
existe com uma precisão absoluta.
O que for do tamanho de uma cabeça de alfinete
não transborda nem uma fração de milímetro
além do tamanho de uma cabeça de alfinete.
Tudo o que existe é de uma grande exatidão.
Pena é que a maior parte do que existe
com essa exatidão
nos é tecnicamente invisível.
O bom é que a verdade chega a nós
como um sentido secreto das coisas.
Nós terminamos adivinhando, confusos,
a perfeição.

--------------------------------------------------------------------------------

Meu Deus, me dê a coragem
de viver trezentos e sessenta e cinco dias e noites,
todos vazios de Tua presença.
Me dê a coragem de considerar esse vazio
como uma plenitude.
Faça com que eu seja a Tua amante humilde,
entrelaçada a Ti em êxtase.
Faça com que eu possa falar
com este vazio tremendo
e receber como resposta
o amor materno que nutre e embala.
Faça com que eu tenha a coragem de Te amar,
sem odiar as Tuas ofensas à minha alma e ao meu corpo.
Faça com que a solidão não me destrua.
Faça com que minha solidão me sirva de companhia.
Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar.
Faça com que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir
como se estivesse plena de tudo.
Receba em teus braços
o meu pecado de pensar.





NOSSAS CRÔNICAS


Silvia Helena Masuccio Redondo Martineli


ACORDAR CEDO PODER SER SURPREENDENTE

Meu celular me chama, que beleza!... daí levanto e faço todo aquele percurso que todo mundo faz pela manhã: lavar o rosto, escovar os dentes, etc.etc.etc... É claro que com muito sono e com péssimo humor, ainda mais depois de um feriado prolongado.

Ouço a campainha tocar, daí penso, xiiii!... Quem será uma hora dessas!!!!

Ao abrir a porta, fiquei pasma e pálida. Rapidinho o meu sono passou e o meu mau humor também, ao ver um moreno alto de mais ou menos 1,80 de altura, maior gato, de corpo sarado do tipo que vai a academia todos os dias e, além disso, muito cheiroso.

Agora vem a parte ruim desta cena, o cara estava esticadinho no chão da minha porta, o que fazer? Pensei... Daí coloquei a minha mão em uma das partes de seu corpo, exatamente no pescoço e percebi que não havia frequência cardíaca e a meu ver aquele ANJO tinha partido dessa vida para uma melhor... Liguei para o Serviço de Emergência e eles levaram o corpo.

A rotina da vida continuou... Meu celular me chama pra me acordar, daí aquele percurso de sempre pela manhã... Ouço a campainha tocar, Quem será tão cedo !!! Abri a porta e nem acreditei, era o ANJO que ressuscitou e ainda me trouxe flores.




Selma Guidoni Mantovan



Descuido

_ Triiiim! Toca o despertador.
   
  Abro os olhos ainda com muito sono e percebo que infelizmente não é um sonho e que está na hora de levantar. Ainda sonolento vou para o banheiro.Enquanto escovo os dentes e lavo o rosto penso em todos os meus compromissos diários, mas  a sensação de estar esquecendo algo me incomoda. Ouço então a campainha da porta.
   
   Saio do banheiro às pressas e caminho até a porta, muito mal humorado, murmurando palavrões, afinal de contas, isso lá são horas de incomodar alguém?
 
   Abro a porta e vejo, atônito, um homem caído na soleira. Primeiro corro o olhar em torno e constato que não há mais ninguém no corredor, depois tento identificar o sujeito. Sem sucesso, nunca o vi mais gordo!
 
   Toco-o com os dedos e percebo que está morto. Um frio percorre meu corpo de cima a baixo e corro para o telefone.
 
    No desespero disco o número da central de polícia, mas em alguns segundos percebo que o telefone está mudo, completamente mudo.
   
   Só então lembro que esqueci de pagar a conta.

segunda-feira, 16 de abril de 2012




Se você gosta de ler visite sempre o nosso blog.
Trabalhamos por um ensino de qualidade na escola
pública estadual de São Paulo.


Nossas experiências


LEITURA E ESCRITA
Otoniel Ferreira de Freitas

http://efp-ava.cursos.educacao.sp.gov.br/p
Leitura e escrita

Olá colegas
Eu lembro sempre da minha mãe e o meu pai(memória)  me orientando, contando as suas histórias de vida .
E lembro também da minha professora de primário(em memória),contando histórias infantis e o livro adotado por ela naquela época o Caminho Suave.
A leitura é algo fundamental para a aprendizagem do ser humano, pois é através dela que podemos enriquecer o nosso vocabulário, obter mais conhecimento treinar a forma de raciocínio e as diferentes formas de interpretação.
Durante a leitura descobrimos um mundo novo, cheio de coisas desconhecidas.E ler deve ser estimulado já na infância,para que o leitor aprenda que ler é importante e ,assim se tornará um adulto culto.

SELMA GUIDONI MANTOVAN

http://efp-ava.cursos.educacao.sp.gov.br/p
Palavra: Não importa se escrita ou falada,  
Palavra: Não importa se escrita ou falada, sempre encantada!
Antes de ser apresentada à palavra escrita conheci, através de minha avó e das muitas histórias que ela contava, a palavra falada. Encantava-me a maneira como ela conduzia a contação de suas histórias e, por essa razão, muito cedo fui em busca dos livros que as continham.
Além de minha avó, quem também conduziu-me pelos caminhos da leitura foi minha tia Ana Maria. Ela, professora de Língua Portuguesa, lia muito e de tudo. O quarto dela era o meu local preferido da casa. Muitos livros, revistas, gibis, todos ali esperando para serem folheados e lidos.
Na escola não tive nenhuma experiência marcante com a leitura, entretanto ela sempre fez e faz parte do meu dia a dia.
De todos os livros que li até hoje o que mais gostei foi “Pássaros Feridos” de Colleen McCullough. Simplesmente encantador.


ELIDA REJANE BUDISKI HERCULANI

http://efp-ava.cursos.educacao.sp.gov.br/p
A importância do professor 

"Acredito que gosto de ler e escrever devido à importância que sempre dei ao professor. Sou filha de professora "primária" e cresci vendo minha mãe levar para casa inúmeros cadernos dos seus alunos para corrigir tarefas ou provas. Bons tempos aqueles, na minha lembrança! Eu adorava dar certo, o da correção, e de vez em quando minha mãe permitia que eu fizesse um. Ela lia atentamente o que os alunos escreviam e admirava ou anotava quando precisavam de ajuda. Quando fui para escola procurava fazer caprichosamente as atividades porque imaginava minha professora corrigindo meu caderno. Isto, pra mim era muito importante. Até hoje gosto de ler e escrever e essas competências já me levaram ao sucesso muitas vezes. Sou grata a todas as pessoas que fizeram parte da minha vida  e me estimularam a ser leitora. Gostaria que todos os professores do mundo fossem como minha mãe, dedicados e compromissados com seus alunos, tendo ciência sobre sua responsabilidade em relação a aprendizagem, hoje procuro fazer o mesmo."




SILVIA HELENA REDONDO MARTINELI

http://efp-ava.cursos.educacao.sp.gov.br/p
Lendo e ouvindo algumas  pessoas darem o seu depoimento sobre a leitura, lembrei-me do primeiro livro que li  - A Montanha Encantada, o qual marcou a minha infância pois era um livro que retratava uma aventura vivenciadas por crianças. Recentemente tiver o prazer de comprar esse livro para minha filha, pois foi um dos livros paradidáticos  adotados na escola dela.
Interessante que esse mesmo livro que marcou a minha infância, causou também grande alegria em minha filha, pois ela adorou  ler essa aventura. Fiquei pensando depois desses depoimentos como a leitura é fascinante!...  pois  embora a estória seja  a mesma, mas a época  em os   leitores realizaram a leitura foram em épocas diferentes e por pessoas de personalidades diferentes; e mesmo assim   a leitura  foi contagiante, prazerosa  e  engrandecendo a alma dos leitores, mesmo  processada em tempos e por pessoas diferentes

Nosso grupo 5 - turma 11

Nosso Grupo 
Grupo 5 - Turma 11


Otoniel Ferreira de Freitas
   Olá colegas.
   Sou Otoniel,casado e tenho um filho de 10 anos.Sou formado em Estudos Sociais com Licenciatura Plena em Geografia e licenciatura curta em História e pós graduação em Geografia pela Unesp.
   Eu gosto de ler e escrever.
   Acredito muito na Educação e é através da mesma que podemos mudar a realidade social e caminharmos para uma sociedade mais justa.
   Gosto de fazer novas amizades.
   E estou na expectativa de aprender com o grupo.
   Abraço á todos.

SELMA GUIDONI MANTOVAN
São José do Rio Preto-SP
Sou professora de Língua Portuguesa, mas atualmente exerço o cargo de Coordenadora Pedagógica na E E Prof. Edmur Neves em Mirassol.Sou casada e tenho dois filhos. Gosto muito de ler e de ouvir música e ainda acredito na força da educação.

SILVIA HELENA REDONDO MARTINELI
São Carlos-SP
Olá, pelo jeito iremos ampliar  nossos conhecimentos em relação ao mundo virtual, sejam todos bem vindos caros colegas.

ELIDA REJANE BUDISKI HERCULANI
Rancharia-SP
Olá! Sou Élida, supervisora de ensino da DER Mirante do Paranapanema. Tenho 22 anos de trabalho na SEE-SP. Durante 11 anos fui professora, 10 anos diretora e agora ingressei na supervisão. Gosto muito de estudar e de fazer cursos. Quando fiz a inscrição no curso pensei em ampliar meus conhecimentos em relação a leitura e escrita. Tenho certeza que o curso atenderá minhas expectativas. Sou casada, tenho uma filha de 22 anos que é enfermeira e um filho de 13 anos, estudante do 8º ano. Estou trabalhando fora de casa por ter ingressado na supervisão. É MUITO DIFÍCIL FICAR LONGE DA FAMÍLIA. O que mais desejo atualmente é conseguir remoção para estar em casa todos os dias, mas mesmo assim sou muito feliz, pois Deus é meu pastor e nada me faltará. Com certeza. Abraços a todos.

sábado, 14 de abril de 2012

Este blog é uma criação a partir do Curso  Leitura e Escrita em Contexto Digital, do Programa Práticas de Leitura na Contemporaneidade, destinado aos funcionários em pleno exercício da SEE-SP que compõem o Quadro Magistério (QM), o Programa Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Educação (SEE-SP), por meio da Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Pro fessores do Estado de São Paulo “Paulo Renato Costa Souza” (EFAP).
O curso é  na modalidade a distância, com atividades desenvolvidas por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem da EFAP (AVA-EFAP).
O objetivo de cada curso é oferecer formação continuada aos professores da rede estadual, para que estes exercitem as diferentes capacidades e competências leitoras e de produção de textos em diferentes linguagens.